In Death

  • Archive
  • RSS

Terça Sobrenatural #49 - Justin Cronin - Os Doze - @EditoraArqueiro

Em A passagem, doze prisioneiros sentenciados à morte foram usados em um experimento militar que buscava criar o soldado invencível. Mas a experiência deu terrivelmente errado. Um vírus inoculado nas cobaias acabou com qualquer resquício de sua humanidade e elas fugiram, matando ou infectando qualquer um que cruzasse seu caminho. Os infectados se tornavam virais obedientes a seu criador, mais um de seus Muitos. No caos que se formou, a única chance de sobrevivência para a espécie humana eram fortificações altamente protegidas. Assim se formou a Primeira Colônia, um reduto a salvo dos virais, mas isolado do resto do mundo. Noventa e dois anos depois, uma andarilha surgiu às portas da Colônia. Era Amy Harper Bellafonte, a Garota de Lugar Nenhum, aquela que iria liderar um grupo de colonos e… Agora, cinco anos após ter cruzado as Terras Escuras em busca de respostas e salvação, seu grupo está separado. Cada um seguiu seu caminho, mas seus destinos logo voltarão a se cruzar, num embate definitivo contra uma ameaça mortal. Fanning, o Zero, aquele que deu origem ao apocalipse, tem planos para refazer o grupo dos Doze e conta com um aliado poderoso, disposto a qualquer coisa em nome da própria imortalidade. Segundo livro da trilogia A passagem, Os Doze nos faz questionar a mente humana, os avanços científicos e a busca do poder que leva a uma certeza sombria de nossa capacidade para o mal. Mas, acima de tudo, ele reforça nossa esperança em uma humanidade que se adapta, sobrevive e não se rende.

    • #sinopses
  • 1 week ago
  • Comments
  • Permalink
Share

Short URL

TwitterFacebookPinterestGoogle+

Noraholicando #11 - Nora Roberts - Lírio Vermelho

 A trilogia começa com a morte repentina do marido de Stella Rothchild e sua mudança, com os dois filhos, para a misteriosa Harper House, em Menphis. Na casa, moram Roz Harper, severa dona do viveiro de plantas, e também a assombração da Noiva Harper. Lá, Stella fica amiga de Hayley Phillips. No segundo volume, as mulheres se unem ao Dr. Mitchell Carnegie para descobrir os ancestrais da família Harper. E, conforme o mistério por trás da identidade da Noiva começa a se desfazer, Roz percebe que está apaixonada pelo médico.

Em Lírio Vermelho, a história está centrada, principalmente, em Hayley e sua filha, Lily. A vida das duas segue tranquila, até o dia em que a mãe se percebe atraída pelo filho de Roz.

Por não achar tal sentimento correto, acredita que a Noiva Harper encontrou um modo de possuir sua mente e seu corpo. Será loucura da protagonista ou mais uma armadilha do fantasma?

    • #sinopses
  • 1 week ago
  • Comments
  • Permalink
Share

Short URL

TwitterFacebookPinterestGoogle+

Espero Alguém - Carpinejar

“Estou solteiro de novo. Ela se separou de mim, eu não me separei dela. E o pior que sou escritor, trabalho em casa. Não conto com um escritório para fugir e mudar de assunto. Identifico sua falta a todo instante. Meu coração é um cativeiro.” (Carpinejar)

  • 2 weeks ago
  • Comments
  • Permalink
Share

Short URL

TwitterFacebookPinterestGoogle+

Licor de Dente-de-Leão - Ray Bradbury

Trecho do livro:

 

“Os meninos se abaixaram, sorrindo. Pegaram as flores douradas. As flores que inundavam o mundo, gotejavam de gramados em ruas de tijolos, batiam delicadamente nas janelas do porão de cristal e se agitavam tanto que, por todos os lados, havia o deslumbramento e o resplendor do sol liquefeito.

— Todo ano — disse o avô. — Elas atacam às cegas. Eu deixo. Orgulho de leões no quintal. Olhe, e elas queimam um buraco na sua retina. Uma flor comum, um mato que ninguém vê, isso sim. Mas, para nós, uma coisa nobre, o dente-de-leão.

Assim, apanhados com cuidado, em sacos, os dentes-de-leão eram carregados para baixo. O porão escuro brilhava com sua chegada. O lagar estava aberto, frio. Um afluxo de flores o aqueceu. O lagar reposicionado, sua tarraxa girando, torcida pelo avô, espremendo gentilmente a safra.

— Aqui… Assim…

A maré dourada, a essência daquela linda chuva do mês, depois vertida do bico abaixo para ser alquebrada, escumada de fermento e engarrafada em vidros de ketchup limpos, depois alinhados em filas cintilantes no escuro do porão.

Licor de dente-de-leão.”

                                   (p. 26-27)

  • 2 weeks ago
  • Comments
  • Permalink
Share

Short URL

TwitterFacebookPinterestGoogle+

Terror - Jan Guillou

Trecho do livro:

 

“A mulher avançou calmamente para o pequeno grupo de crianças e disse algo que levou Nathalie a se aproximar dela. Ela voltou a falar, ao que Nathalie respondeu. Houve, então, contato físico, parecendo que a mulher, cautelosamente, pegara a criança pelo braço.

No momento seguinte, ela levantou Nathalie nos braços e, junto com os três homens, seguiu sem a menor pressa, os quatro conversando entre si, em direção ao estacionamento entre a praia e a avenida onde havia dois carros, que imediatamente tiveram seus motores ligados. Nathalie parecia ter adormecido sobre o peito e o ombro da mulher que a pegou.

Nesse momento, um turista estrangeiro, de nome Magruder, de Dallas, no Texas, compreendeu que algo estranho estava acontecendo e apontou a câmera, primeiro, para as duas assistentes da creche — agora sem vida —, depois, para os quatro sequestradores e a criança, nos quais fez um zoom quando entraram nos carros. Então partiram em velocidade estranhamente lenta. Nada de pneus cantando no asfalto, nada de pânico. À saída do estacionamento, cada carro foi

para um lado.

Depois, Magruder viu o filme várias vezes e estava quase certo de que havia sido testemunha de um sequestro. Mas, como era estrangeiro, explicou ele mais tarde, um pouco envergonhado, não queria telefonar para a polícia, da qual nem sequer tinha o número.”

                                   (p. 217)

  • 2 weeks ago
  • Comments
  • Permalink
Share

Short URL

TwitterFacebookPinterestGoogle+

Água na Boca - Andrea Camilleri e Carlo Lucarelli

Trecho do livro:

 

“Prezado colega,

escrevo-lhe por minha iniciativa pessoal e sem que saibam disso nem o diretor da minha divisão nem o chefe de polícia, os quais, vou logo avisando, não me aprovariam, pois têm uma hipótese investigativa totalmente diferente sobre o caso em questão. Ou melhor, devo lhe informar que as averiguações que estou conduzindo não só não são autorizadas como me foram expressamente proibidas pelos meus superiores. Por isso, se você quiser me responder negativamente, compreenderei e não o incomodarei mais. Peço apenas que mantenha este assunto em sigilo e não o mencione.

Se, porém, quiser me dar uma mãozinha, ficarei muito grata. Nessa esperança, envio em anexo o relatório de serviço da radiopatrulha que foi ao local e as primeiras diligências realizadas, assim como cópia dos achados em nosso poder

(alguma coisa, tenho certeza, está nas mãos dos carabinieri, nossos priminhos da polícia militar, visto que eles também compareceram à cena do crime).

 

Com os meus agradecimentos,

atenciosamente,

Grazia Negro.

 

P. S. Mas, se eu o conheço um pouco e se sua fama corresponde à verdade, estou certa de que você vai me ajudar…”

                                                            (p. 13-14)

  • 2 weeks ago
  • Comments
  • Permalink
Share

Short URL

TwitterFacebookPinterestGoogle+

Iscas Vivas - Fabio Genovesi

Trecho do livro:

 “Idiota. Você é uma idiota. Não há outra palavra, nem serve outra, porque essa é perfeita para definir o que você é: uma idiota. Pode ir para o computador, abrir um novo documento de texto, escolher o maior caractere que existe e escrever IDIOTA, salvando em seguida com o nome TIZIANA. Eis o quanto você é idiota.”

                                                                                                         (p. 188)

 

“O Campeãozinho levanta a cabeça sob o capacete e me olha estranho, todo contente.

− Mas então o Senhor leu as redações!

− Não! Que saco! Eu não leio as porcarias das redações que você escreve. Desaparece, vai treinar e para de reclamar. Porque se você não gosta, é muito fácil parar com tudo. Quer saber como? Muito fácil. Domingo tem corrida, não tem? Pois então, é só perder. Perde hoje, perde amanhã e pode ficar tranquilo que o meu pai manda você de volta para casa rapidinho! Perde, porra, o que você quer? Perder é a coisa mais fácil do mundo!

− Mas eu não… Não sei se consigo.

− Não sabe se consegue? Mas o que você está dizendo? Você me deixa nervoso! — Sinto algo dentro de mim que cresce, mas não parece raiva. Arde de uma maneira diversa. — Você tem a sorte de poder fazer tudo o que tem vontade, seu idiota, e em vez disso, fica se lamentando. E agora me diz uma coisa… — Paro um segundo, então resolvo continuar, afinal, o dia já está perdido. Levanto o braço direito e o coloco na frente dos seus olhos. — E aí, Campeão, você que

se lamenta tanto, diz aí, o que você faria se fosse como eu?”

                                                                                        (p. 226)

    • #trechos de livros
  • 2 weeks ago
  • Comments
  • Permalink
Share

Short URL

TwitterFacebookPinterestGoogle+

Resenha #391 - O Último Grito - Lisa Jackson

Prosperity, Oregon, 1977. Um incêndio mortal no moinho da abastada família Buchanan faz Cassidy, filha caçula de Rex Buchanan, dono da propriedade e de metade da cidade, ver sua adolescência e seu amor serem levados pelo fogo. O incêndio foi criminoso e houve vítimas fatais, mas sua autoria nunca foi descoberta, e o caso nunca foi resolvido. Dezessete anos depois, determinada a enfrentar seus demônios e a sair em busca da verdade, ela retorna a Prosperity. Mas, em vez de respostas, outro incêndio aterrorizante e um assassinato acontecem. Intrigados com a coincidência entre a presença de Cassidy e as duas tragédias, alguns moradores começam a especular se ela seria a vítima que teve sorte de sobreviver ou a culpada.

  • 2 weeks ago
  • Comments
  • Permalink
Share

Short URL

TwitterFacebookPinterestGoogle+

Livro-Trauma #13 - Jane Herman - Entre a Nobreza e o Crime

Irene Hargensen nasceu no seio de uma das mais proeminentes famílias nobres da Inglaterra do século XXI. Filha de um barão com fortes aspirações políticas, ela habituou-se a um mundo em que a moral acima de todos os julgamentos manifestada perante a sociedade é bem diferente daquela que é posta em prática nos seus bastidores. Cedo demais, Irene descobriu o que poderia fazer pelo bem familiar – e perder em nome dele também. Sua vida de interesses é afetada quando o irmão Heinrich, um célebre causador de problemas, é brutalmente assassinado nas ruas de Londres. Querendo vingar sua perda, ela vai ao rastro de Viktor Morgan, genro do homem mais temido do mundo e alto criminoso da Máfia Russa. Ele aceita ajudá-la, mas cobrando um preço alto demais para ser exigido de uma dama da nobreza. O que Viktor não esperava era que fosse dragado para os porões mais sinistros dos segredos de Irene, e que ele mesmo sentisse a necessidade de rebocá-la para o seu mundo. Um romance em que os limites entre nobreza e crime se perdem na medida em que Viktor e Irene, opostos que se atraem irremediavelmente, embarcam em um jogo de paixão e interesses sem direito a vencedores – e potencialmente mortal. 

    • #sinopses
  • 2 months ago
  • Comments
  • Permalink
Share

Short URL

TwitterFacebookPinterestGoogle+

Noraholicando #10 - J.D. Robb - Lealdade Mortal - @BertrandBrasil

A tenente Eve Dallas está pronta para enfrentar o seu mais talentoso inimigo: um “admirador secreto” que a provoca com cartas anônimas e promove uma destruição em massa sem misericórdia. Em Lealdade mortal, o nono romance futurista da Série mortal, a mais famosa série policial da atualidade, de J.D. Robb (Nora Roberts), o mal parece estar mais forte e mais próximo do que nunca. Será que Eve conseguirá fazer com que o bem seja mantido, e a ordem, restaurada?

Um desconhecido grupo terrorista usa poderosas bombas para tentar colocar Nova York sob o domínio do medo. Envia mensagens terríveis à tenente Eve Dallas, nas quais promete derramar sangue, espalhar o terror e produzir uma destruição em massa para acabar com o “governo corrupto”. E, quando a cruel teia de mentiras e terrorismo ameaça as pessoas que Eve mais ama, ela reage com garra e determinação. É a sua cidade, o seu trabalho, e os alvos estão cada vez mais perto dela. Agora, numa eletrizante corrida contra o relógio, ela precisa fazer com que todas das peças se encaixem… antes que a cidade seja destruída.

Escrita por Nora Roberts, sob o pseudônimo de J. D. Robb, a Série mortal teve início com Nudez mortal, livro em que a tenente tentou desvendar um intricado caso de assassinato, cujo principal suspeito era Roarke, excêntrico multimilionário irlandês de passado nebuloso. No volume anterior, Conspiração mortal, o oitavo da série, a destemida tenente enfrentou um serial killer que se julgava em missão divina e descartava vidas que considerava inferiores. Os crimes não deixavam marcas roxas nem sinais de luta - apenas um buraco feito a laser, com bordas perfeitas e o tamanho de um punho, no lugar do coração. No calor do jogo de gato e rato com o assassino, o trabalho de Dallas subitamente se colocou na linha de tiro

    • #sinopses
  • 2 months ago
  • Comments
  • Permalink
Share

Short URL

TwitterFacebookPinterestGoogle+
Page 1 of 18
← Newer • Older →

Logo

About

A loucura do meu mundo começa aqui!

Twitter

loading tweets…

  • RSS
  • Random
  • Archive
  • Mobile
Effector Theme by Pixel Union